Alternate Reality Games e Mercado: O Caso Why So Serious?

Autores

  • Gabriel Costa Correia UFSCar
  • Dario Mesquita UFSCar

Palavras-chave:

Indústria Cinematográfica, Política cinematográfica, Lei do Audiovisual, Globo Filmes

Resumo

A indústria cinematográfica vem passando por processos de transformação, associados às transformações nos modos de produção e consumo do capitalismo contemporâneo, com a formação de grandes conglomerados globais. O trabalho proposto pretende investigar o impacto desses processos na produção cinematográfica brasileira do novo século, mostrando exemplos em que a ação local existe não como afirmação da identidade local, mas apenas como estratégia de consolidação do global no local. Para tanto, examinaremos como, no caso brasileiro, a partir de meados dos anos noventa, a crescente presença dos conglomerados globais na produção e distribuição de conteúdos cinematográficos brasileiros está calcada tanto no apoio de uma política estatal (o Art. 3º da Lei do Audiovisual) quanto na aliança com o maior grupo de mídia local (a criação da Globo Filmes).

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Biografia do Autor

Gabriel Costa Correia, UFSCar

Mestrando em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Membro do Grupo de Estudos sobre Mídias Interativas em Imagem e Som (GEMInIS).

Dario Mesquita, UFSCar

Mestre em Imagem e Som pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Membro do Grupo de Estudos sobre Mídias Interativas em Imagem e Som (GEMInIS).Professor do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto-SP.

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Publicado

2012-12-18

Como Citar

COSTA CORREIA, G.; MESQUITA, D. Alternate Reality Games e Mercado: O Caso Why So Serious?. Revista GEMInIS, [S. l.], v. 3, n. 2, p. 154–164, 2012. Disponível em: https://www.revistageminis.ufscar.br/index.php/geminis/article/view/118. Acesso em: 1 mar. 2024.